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» Curriculum

Sinceridade na hora de elaborar o curriculum é decisivo para o sucesso na entrevista para o emprego.

Postado no dia 05.03.2010

O currículo é a primeira forma de contato que o candidato tem com o selecionador. E é a via de acesso que conduz às entrevistas de seleção. Por isso, especialistas alertam: é importante colocar informações verdadeiras para não entrar em contradição diante do recrutador, pois tudo o que está no currículo pode ser checado antes da entrevista diretamente com os antigos empregadores. Consultores de RH aconselham o candidato a não pode inventar habilidades, experiências e cursos que não têm a fim de deixar o currículo mais interessante. Além disso, não deve destacar pontos fracos, como não saber falar inglês ou não ter boa comunicação, por exemplo.

Adriano Arruda, diretor-geral da Catho, diz que a função do currículo é gerar entrevistas. “A pessoa arrumar ou não emprego vai depender do desempenho na entrevista, mas é importante o que é colocado no currículo, para não se entrar em contradição quando for questionado nem mostrar a deficiência quando for fazer testes de competência”, explica.

“Se não sabe inglês, por exemplo, não coloca a informação. No momento entrevista, é mais indicado explicar que não sabe, mas que fará um curso para aprender. Se colocar que tem conhecimento básico ou é fluente, por exemplo, o candidato deve ter consciência de que esses conhecimentos serão cobrados pelo selecionador”, alerta.

Renata Garrido, consultora sênior de uma grande empresa de recrutadores, informa que é comum pedir certificados de cursos. “Fica muito feio para o candidato se ele coloca que é fluente em inglês ou espanhol e na entrevista não consegue responder as perguntas nos idiomas. Por isso, ele precisa ser sincero no currículo”, diz. Segundo ela, o candidato não pode também mentir sobre experiências no exterior. “Na entrevista, ele pode ser questionado sobre onde morou ou estudou, e o selecionador pode conhecer esses lugares.”

Arruda pondera que o candidato pode omitir pontos considerados fracos, dependendo da vaga pretendida. “A idade pode ser omitida no currículo porque o mercado é preconceituoso. Se durante a entrevista mostrar que é um bom profissional, acaba vencendo o preconceito do selecionador”, exemplifica. 

Sem experiência

No caso dos recém–formados, que ainda não têm experiências para mostrar, deve-se valorizar a formação. Já os graduados, devem mostrar a formação universitária, os cursos feitos durante a graduação. O candidato deve mostrar o que fez durante a universidade, como projetos e trabalhos, descrever como eles foram feitos e ressaltar as notas altas e o estágio, caso tenha sido realizado.

 Atividades voluntárias também podem ser citadas, além de outros cursos, como idiomas e informática. O mesmo deve ser feito por quem não é graduado, como por exemplo, projetos desenvolvidos dentro da escola e cursos extracurriculares.

Essas experiências servem para mostrar a dinâmica da pessoa, se ela é interessada, como ela estrutura seu trabalho, e como busca seu próprio desenvolvimento.

Quem não tem graduação

Segundo Arruda, quem não tem diploma de nível superior deve ser uma espécie de “autodidata” e investir em cursos. Além disso, deve citar todas as experiências que teve e colocar o desempenho nos empregos, se atingiu as metas e até se foi “funcionário do mês”, por exemplo.

 Giuliano Bortoluci, diretor de comunicação da Estagiários.com, aconselha o candidato a se especializar por meio de cursos relativos ao cargo pretendido. 

“No caso de ser uma pessoa buscando um emprego de telemarketing, por exemplo, ele deve realizar cursos sobre a profissão e também participar de palestras e workshops relacionados ao segmento. Demonstrará não só interesse, mas também que já tem conhecimentos técnicos e alguma especialização para preenchimento da vaga”.

Saída do emprego

É importante colocar a razão pela qual o candidato deixou um emprego anterior juntamente com a parte em que cita as empresas em que trabalhou, os cargos e as atividades desempenhadas.

 Mas o candidato deve escrever de forma genérica, e não relacionar motivo pessoal, como saída por causa do salário ou por desentendimento com a chefia. Alguns "bons exemplos" de justificativa pode ser a saída para uma oportunidade melhor, em razão de mudança de gerência, por inadequação com a cultura da empresa e por incompatibilidade com o perfil do cargo.

É importante também colocar as datas de entrada e saída das empresas. Mas, se o candidato mudou muito de emprego em um curto espaço de tempo, ele deve colocar apenas o ano em que trabalhou nas companhias.

Auto-elogios

Auto-elogios no currículo são totalmente dispensáveis. Frases como “tenho espírito de liderança”, “tenho determinação”, entre outras. Isso pode ser feito na descrição das atividades dos cargos, explicando o quanto foi determinado em tal atividade. O elogio só é valido se vier de outra pessoa, e deve ser encarado como um reconhecimento ao bom trabalho, e não como uma forma de marketing pessoal.

 

Marta Cavallini - G1, em São Paulo






» Moda

Vale a pena investir em um visual impecável para entrevistas de emprego.

Postado no dia 24.02.2010


Não existem regras básicas sobre como se vestir numa entrevista de emprego, mesmo porque existem empresas totalmente distintas no mercado. Se levarmos em consideração que a moda tornou-se uma importante ferramenta de comunicação, é importante perceber que o aspecto visual da sua roupa vai transmitir algumas mensagens sobre você. O ideal é saber o nível de formalidade do trabalho e pensar como e qual roupa mostra-se mais adequada.

Acima de tudo, a roupa deve estar bem passada, limpa, sem cheiro de guardada há séculos e sem aquelas bolinhas de gaveta. Na dúvida, é melhor seguir os padrões e não abusar da criatividade. Aí vão algumas dicas para ajudar na montagem do look para uma entrevista de emprego:

Mulheres
Adequado - Saias e vestidos na altura dos joelhos, terninhos acinturados ou tailleur, sapatos de saltos médios, bijuterias e relógios de qualidade ou jóias discretas e bolsas modernas. Tubinhos discretos na cor cinza são bem-vindos, com acessórios delicados no tom de ouro fosco.

Inadequado - Roupas justas, mini-saias, shorts, decotes, transparências, tomara-que-caia, barriga de fora, lingerie aparecendo, acessórios de miçangas grandes e barulhentos, sandálias de saltos altíssimos e/ou que deixem os pés muito à mostra, roupas desbotadas, calças jeans e camisetas, maquiagem extravagante e unhas muito compridas.

Homens
Adequado - O terno é o traje indicado para boa parte das entrevistas, variando conforme a formalidade do local de trabalho, cinza e azul marinho são boas apostas. A camisa pode ser clara e a gravata um pouco mais arrojada, colorida. Fuja das gravatas cinza, invista nas pretas e azuis, mas não use aquelas com imagens de desenhos animados ou temas engraçados. Quando o ambiente for mais informal, você pode usar uma roupa casual, isto é, camisa de manga comprida, calça social e um casaco ou uma jaqueta. Os sapatos devem sempre combinar com o cinto.

Inadequado - Boné, chapéu, jeans, camisetas, tênis esportivos, cabelos compridos e despontados e barba mal feita.

De um modo geral:

1- Limpeza: Evite manchas de desodorante, terra nos sapatos e roupa amassada/suja.

2- Marca: Não importa se a roupa é de grife. Você só precisa estar arrumado de maneira discreta.

3- Cabelo: É melhor prender, principalmente se for muito armado. Se precisar, use gel, mas com moderação para não “empastar” o cabelo.


4- Unhas: Precisam estar limpas e num tamanho médio ou curto. Se for pintar, evite cores fortes. Esmalte descascando também pega mal.

5- Maquiagem: Invista em bons produtos. Corretivo para manchas, base para unificar o tom da pele e pó para um bom acabamento. Fuja de sombras muito cintilantes, blush muito forte ou batons com efeito molhado ou cores extravagantes. Lembre-se sempre que uma boa maquiagem só eficaz se o aspecto for natural.


6- Acessórios: Dispense boné, ou acessórios chamativos. Opte sempre pala discrição.

Não existe uma receita pronta para ser contratado, um bom curriculum com certeza é o que vai definir se você será chamado ou não para a entrevista de emprego, que por sua vez é apenas um dos passos para a contratação, é nesse momento que você terá a chance de se destacar causando uma boa impressão. Estar bem vestido nessa importante etapa é fundamental para o candidato sentir-se confiante, portanto, atenção no figurino e sucesso!

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» CEEFAL

Conheça a Central de Estágios Empregos da FAL - Uma poderosa ferramenta para sua colocação no Mercado de Trabalho

Postado no dia 18.02.2010

Um dos principais diferenciais da FAL é a preocupação com a vida profissional do aluno. Para isso a Faculdade de Natal conta com a Central de Estágios e Empregos – CEEFAL, para realizar o elo entre as empresas e os acadêmicos, através de processos que levam em conta o perfil dos alunos e o trabalho que pretendem desenvolver.

Acertar na escolha do estágio é o passo fundamental para uma promissora carreira profissional, de acordo com dados da central, aproximadamente 80% dos alunos que estagiaram durante a graduação, concluíram o seu curso com uma colocação no mercado de trabalho.
As empresas conveniadas com a CEEFAL além de contribuírem para a formação de novos profissionais identificam, já no ambiente escolar, os novos talentos que farão parte do quadro técnico de sua empresa, alinhando o conhecimento teórico adquirido nas salas de aula e nos ambientes de aprendizagem virtual e portais do conhecimento, com toda as atividades práticas do Mercado de Trabalho.
Sem contar com o exercício de responsabilidade social em participar de maneira ativa com o desenvolvimento sustentável de sua região.

O aluno da FAL tem acesso às melhores vagas de empregos e estágios, oferecidos pela CEEFAL, além de toda a orientação necessária acerca da elaboração de currículum, empregabilidade, e demais recomendações sobre entrevistas de empregos e dinâmicas de grupo.






» Comunicação

Saber falar em público é competência necessária para todos os profissionais.

Postado no dia 12.02.2010

Usamos a comunicação com os mais diversos propósitos, como por exemplo:

- Dar, receber ou trocar informações;
- Iniciar, manter ou findar relacionamentos;
- Persuadir outras pessoas a pensar e agir de modo assemelhado ao nosso;
- Ganhar, manter ou exercer poder sobre os outros;
- Expressar pensamentos, pretensão e decisões;
- Dar sentido ao mundo e sistematizar nossas experiências sobre ele.

Apresentação é um meio de informar ou persuadir uma audiência. É uma forma de comunicação. Uma pergunta deve estar em mente desde planejamento: que efeito que causar com a minha apresentação?

"Embora a habilidade de comunicação possa ser desenvolvida, muitas pessoas não têm consciência dessa possibilidade e não acreditam no próprio potencial. Por essa razão fogem das oportunidades que lhes são oferecidas e sentem-se desconfortáveis quando obrigadas a fazer uso da palavra, seja em uma reunião, seja em uma negociação, seja em uma entrevista", analisa o especialista em comunicação verbal Reinaldo Passadori em seu livro Comunicação Essencial, da Editora Gente.

Você tem medo de falar em público? Fica com aquele friozinho na barriga só de pensar em se apresentar para uma grande platéia? Saiba que você não é o único. Uma pesquisa do jornal Sunday Times, realizada com 3 mil americanos, mostrou que falar em público é o que gera mais medo nas pessoas, com 41% das respostas. Depois vem o medo de altura, com 32%, e o medo de insetos, fobia compartilhada por 22% dos entrevistados.

Para Ricardo Farah, Mestre em Psicologia Social pela USP, as pessoas não têm medo de falar, o medo maior é o da rejeição, de não serem aceitas; serem excluídas. Tudo que é novo assusta, principalmente quando a pessoa não tem experiência em se apresentar e ainda mais quando não tem muito conhecimento do assunto a ser abordado. Ao falar em público ela vai se expor, e fica com medo de denegrir sua imagem, já que o risco disso ocorrer numa apresentação é grande. Todos podem falar bem, alguns com mais facilidades que outros, mas com técnica, treino e dedicação não há obstáculos que não possam ser superados. Para não ter mais medo, o ideal é se preparar, tendo o conhecimento necessário do assunto a ser abordado e também das técnicas de apresentação e oratória.

Como se planejar

O primeiro mandamento para fazer uma apresentação de sucesso é algo que parece óbvio, mas que nem sempre é seguido por quem vai falar para um grupo ou platéia: procure dominar o assunto que vai ser exposto. Estar familiarizado com o tema a ser abordado é fundamental. Nada pior do que demonstrar insegurança e desinformação a respeito do que está sendo falado. Por isso, ao ser convidado para expor suas idéias em público, prepare-se lendo a respeito do assunto, pesquisando as novidades e conversando com pessoas da área, para ouvir diferentes pontos de vista.

Outra dica importante é procurar conhecer detalhes sobre o evento. Listamos alguns aspectos importantes, que devem ser observados antes de você organizar a apresentação:

  • Quem será sua platéia - qual a faixa etária e nível ocupacional dos participantes?
  • Qual o nível de conhecimento que a platéia terá do tema?
  • Quanto tempo você terá para a sua participação?
  • Como o público se formou? Foram obrigados a participar ou estão ali por vontade própria?
  • Quais são as expectativas da platéia em relação à sua apresentação e ao evento?
  • Em qual momento do dia você vai fazer a apresentação? Falar às 8h da manhã de segunda-feira é diferente de falar às 14h de quarta.

O segundo ponto que você deve observar na hora de montar a sua apresentação é identificar qual a mensagem você quer passar para o público. Baseado no tempo disponível, você deve dividir a palestra em sete partes:

1- Introdução: O seu comportamento e postura corporal são fundamentais, pois é através dele que as pessoas vão se identificar e criar uma ligação com você.


2- Objetivos: Detalhe o que você pretende com a palestra, apresentação ou o treinamento. Um exemplo: "Vou debater as técnicas e depois passarei para a parte prática".


3- Importância: Mostre para a platéia a importância que o assunto tem na vida das pessoas. Exemplo: "Já pensaram na importância de falar em público e expressar-se com clareza para a vida pessoal e profissional?"


4- Agenda: Esta etapa é seu plano de vôo. É neste momento que você vai dar os detalhes técnicos sobre a apresentação: quanto tempo vai durar; o que vai ser tratado; como vai ser a palestra. Isso possibilita que as pessoas saibam para onde você está indo, o que facilita o processo de comunicação e aprendizagem.


5- Foco: Esta é a hora da verdade, o momento de demonstrar todo o seu conhecimento. Até então, você deu informações sobre a apresentação, agora vai transmitir o conteúdo propriamente dito. Todas as informações anteriores devem tomar até 15% do tempo da palestra, no máximo. Esta parte vai ser a principal e vai demandar de 80 a 85% da apresentação. Sempre que possível, ilustre o que você está dizendo com um exemplo real, isso enriquece o conteúdo da palestra e demonstra que você sabe do que está falando.


6- Resumo/ Conclusão: O resumo é o fechamento, você conclui a apresentação em algumas linhas e abre para o debate.

 


7- Debates: Na hora das perguntas, é importante saber ouvir; deixar as pessoas terminarem as suas dúvidas e considerações. Lembre-se também de manter a mente aberta, pois ninguém é dono da verdade. Não tenha uma postura agressiva, mesmo quando for contestado.

A apresentação deve ser estruturada em tópicos. Defina os argumentos mais importantes e organize-os logicamente. Tenha um roteiro do que vai falar em mente, no papel ou mesmo no PowerPoint, mas jamais leia sua apresentação para o público. Além de ser enfadonho, passa uma imagem de despreparo.

Seja natural, não use palavras difíceis ou que não façam parte do seu cotidiano. A naturalidade vai ser uma grande aliada caso você perceba que cometeu alguma falha ou se acontecer o temível "branco". Se isso acontecer e você estiver à vontade e for natural, é possível que ninguém perceba. Relembre seu último argumento e passe para o tópico seguinte. Procure ter e demonstre tranqüilidade. Nada pior do que um apresentador nervoso.

Uma boa comunicação é muito importante para a vida de qualquer profissional, e mais cedo ou mais tarde você será convidado a participar de uma reunião, dar entrevistas, proferir palestras ou treinamentos, ou mesmo liderar uma equipe. De que adianta ter um MBA de ótimo nível se você tem gagueira ou mesmo não sabe o que fazer quando precisa falar em público? Quanto mais habilidade comunicativa tiver, maiores as chances de você ser reconhecido. Destaca-se em um grupo não necessariamente quem sabe mais, mas aquele que se comunica melhor.

 

Fonte: carreiras.empregos.com.br






» Idiomas

Muito além do verbo To Be

Postado no dia 09.02.2010

Antes considerada um diferencial, atualmente a fluência em Inglês já é um pré-requisito para profissionais dos mais diversos cargos e áreas de atuação. O mundo dos negócios adotou a língua anglo-saxônica para se comunicar, mas outros idiomas também começam a aparecer com força, como o Espanhol, Mandarim (China), Alemão e Francês. E eles, sim, podem fazer a diferença.


O domínio de outros idiomas exige que o profissional tome alguns cuidados na hora de escolher uma escola de línguas, para não ver seu investimento de tempo e dinheiro ir por água abaixo. No entanto, não adianta ter muita pressa, pois determinados idiomas exigem um tempo maior de aprendizado. "O mais importante para o aluno é identificar a sua necessidade e buscar uma escola de idiomas que possa auxiliá-lo nesse objetivo. Um curso de idiomas deve ser encarado como um planejamento de vida, contendo prazos, metas, estudo, etc.", afirmou Graça Paiva, coordenadora de um grupo atuante na área corporativa. Com 500 empresas francesas instaladas no Brasil, o idioma se torna uma opção para os profissionais brasileiros. "O Inglês isoladamente não serve para todas as situações. O importante é você ter o Inglês como língua estrangeira predominante, mas sempre aliar outro idioma como complemento. O idioma Francês propicia uma formação cultural em conjunto com a facilidade de comunicação em países de língua francesa ou bilíngües, como o Canadá", disse Renato Vieira, diretor comercial e de marketing da Aliança Francesa em São Paulo.

 


Confira abaixo as principais dicas para escolher uma boa escola de línguas:


• Consultar outras pessoas que já freqüentam a escola.


• Verificar a reputação da escola no mercado, analisando a relação custo-benefício.


• Analisar a seriedade, ética e o compromisso da escola em promover o aprendizado (por exemplo, quanto ao treinamento dos professores).


• Ambiente acolhedor e estimulador: o aluno não deve se sentir como mais um número de matrícula, mas alguém que será acompanhado e avaliado, e principalmente estimulado a aprender. Escola e aluno, cada um terá a sua responsabilidade.


• A escola deve mostrar transparência em relação ao que vai oferecer, seja quanto à estrutura ou à forma de atuação.


• Classes com grupos pequenos geram mais envolvimento e melhores resultados.


• Procurar uma escola de idiomas que trabalhe de acordo com a sua necessidade e expectativa. Nem sempre os cursos que oferecem grandes promoções vão dar um retorno significativo, ainda mais se você procura um rápido aprendizado para se enquadrar no mercado.


• Localização da escola também é um fator a ser considerado. Atualmente, algumas escolas possuem filiais pelas principais regiões das cidades para atender a demanda de alunos. Informe-se para descobrir qual delas é de mais fácil acesso para você.


Inglês para entrevistas


Para quem ainda não sabe, existem escolas de idiomas que oferecem cursos de Inglês para entrevistas, com conteúdo voltado para profissionais que já possuem um conhecimento prévio do idioma e que realizarão uma entrevista de emprego em Inglês. O curso é elaborado de acordo com a área de trabalho do profissional. Aprendendo postura, entonação, pronúncia. Tudo para estar devidamente preparado não apenas entrevistas de emprego, mas também para atuar no mercado de trabalho de maneira responsável e capacitada.

 


Gabriel Aguillar - carreiras.empregos.com.br






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